Nós somos Black`s . Nós somos simplesmente, humanos de cor preta


Uma reflexão sobre a designação de " raça negra "


Uma reflexão sobre a designação de " Raça negra "que é: uma imposiço do racismo . Não a devemos acolher como nossa identidade . Ao contrário do que afirmam os racialistas, a nossa identidade é humana. Até o séc. XVII essa palavra não tinha Expressão de identidade dos povos africanos ( Marilena Chaui ) e foi reservada pelo racismo para designar os pretos sequestrados na costa da África a quem o sistema escravagista submetia pela violência a negação de sua humanidade.

Segundo relatório da Pnad em dez anos, a população de cútis/cor preta no País voltou a crescer 2,1 pontos percentuais, passando de 5,9% do total de brasileiros em 2004 para 8% em 2013, segundo dados da Pnad (Pesquisa Nacional de Amostras de Domicílios) 2013.

Contradizendo sua política interna, o Brasil tornou-se signatário dos documentos finais da Conferência Mundial contra o Racismo, Discriminação Racial, Xenofobia e Intolerência Correlatas, e de sua Conferência de Revisão, promovidas pela ONU em 2001 e 2009, no Brasil, seu primeiro censo oficial, de 1872, tinha para a variável "cor/raça" as opções "branca", "preta", "parda" e "cabocla" no censo de 1890, a opção "parda" foi substituída por "mestiça", retornando o termo "parda" em todos os censos seguintes que tiveram o quesito "cor/Raça", passando a incluir também os mestiços caboclos. Assim, o censo brasileiro sempre trouxe um espaço para a Expressão da identidade mestiça. As opções "preta" e "branca" sempre constaram nos quesitos "cor/raça" dos censos, os quais nunca trouxeram a opção "negra". Somar pretos e pardos e incluí-los numa unica categoria a "negra" tornou-se, porém, uma reivindicação de movimentos negros, inclusive junto ao IBGE. Que de forma correta não acatou esta estranha reivindicação "preconceituosa". O que ficou assegurado pelo Congresso Nacional Brasileiro em 2010 é a "indentidade" "afro-brasileiro"

Apesar da Raça Humana ser uma so ... as Etnias são diferentes e merecem nosso apreço e muito respeito...!

Como os estimados 65.500 habitantes de salvador de Salvador estavam distribuídos de acordo com sua cor, origem nacional e estatuto legal(livre /escravos), na hipótese de que em 1835 se repetiu o padrão de distribuição dos anos de 1775 e 1807. A população da cidade dividia-se, segundo sua origem, em brasileiros, africanos e europeus. Como se verá ao longo deste " livro quot; assim foi descrito por João José dos Reis. A diversidade de origem marcou o comportamento político diferenciado desses seguimentos da sociedade baiana. Mais havia também as diferentes cores entre nascidos no Brasil: o preto, que sempre se chamava Crêoulo; o cabra, mestiço de mulato com Crêoulo; o mulato mestiço de preto com branco também chamado pardo e o branco. .


Havia preto Crêoulo e preto africano, este, durante o período aqui estudado, quase sempre referido como negro. Havia branco brasileiro e branco europeu, esse quase sempre português. Se tinha outras, pelo menos esta ambiguidade nacional o mulato não tinha: era sempre brasileiro. Como os brasileiros os africanos também estavam diferenciados, não em cores, mas em grupos étnicos chamados “nações”. Ademais, condição de livre, liberto ( ex-escravo ) ou escravo separava os africanos e os afro-baianos. Dessas ultimas condiç&oatilde;es, os brancos sem, exceção escapavam.


Gruposanin- projeto




Yorubá Descendants - in Brasil





Documento Preliminar do Fórum da Sociedade Civil das Américas:

Avaliação dos resultados de Durban

Brasília, 13 a 15 de junho de 2008

Reconhecemos que o apartheid e o genocídio, nos termos do direito internacional, constituem crimes de lesa-humanidade e estão entre as maiores manifestações e fontes de racismo, discriminação étnico racial, xenofobia e intolerância correlata:reconhecemos o mal não dito e o sofrimento causado por estes atos e afirmamos que onde e quando quer que tenha ocorrido. Devem ser condenados e sua ocorrência prevenida”(parágrafo 14)

Sobre a Revolta dos Malés especificamente, ler Joâo José Reis, Rebelião escrava no Brasil: a história do levante dos malés em 1835 pg 23



" negro", " nigger" e assemelhados nós somos "Black` s". Nós somos simplesmente, humanos de cor "preta"

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